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Hôpangalatana Informação

hopangalatanaHôpangalatana como grupo de teatro foi fundando em 1989 pelo grande actor Vitor Viera Raposo e o professor de Música Orlando da Conceição.

Em 1999, nasci a companhia cultural Hôpangalatana como grupos de dança e música, fundados pelo actor e actual líder da companhia, Carlos Alberto Chirindza.

Carlos, o director actual da companhia é também monitor, já formou vários grupos de teatro comunitários e dirigiu vários workshops. Durante os últimos três anos, participou em workshops em Botswana, Áustria, Inhambane, Gaza, Maputo, Portugal e Dinamarca.

O grupo e grande: são mais de 30 actores que participam nas áreas culturais em diferentes maneiras.  São todos actores profissionais, mais alguns deles tem outras profissões também: Anastácia e uma professora, Dias e Bebe são Coreógrafos, Félix vende mercadoria, e Carlos também trabalha como Coordenador para PSI.

O Grupo tem muitas experiencias, uma das mais recentes e de fazer Teatro Fórum, explicado nos próximos parágrafos por um comunicado do Hopangalatana:
 

“Na nossa curta obra, os actores apresentam imagens negativas da realidade, onde alguém e completamente oprimido. Sendo da responsabilidade do público a mudança negativa para a mudança positiva 

“Não há nada de certo ou errado, a solução depende da criatividade e o desejo do público. Se a audiência não pede mudar o problema, não haverá nenhuma mudança no palco. Quando o público tem uma ideia, ele/ela tem possibilidade de substituir a personagem oprimida, para dialogar com o opressor 

“Isto pode ser feito pelo especta-actor, substituindo o actor que faz o papel de oprimido, para actuar no palco como actor, ou dizendo apenas o que o actor oprimido deve fazer.”

 

 



















Hôpangalatana No Estúdio

“Foi difícil,” explica Carlos umas semanas depois de ter terminado o programa “Foi a primeira vez a tratar deste assunto, e também em fazer um programa tão comprido, são 13 espisodios de 20 minutos!”

 Hopangalatana foi esforçado a fazer o seu melhor com a presença e direcção do Daniel Walter da CMFD, que registo junto com eles o programa entre o dia 5 ate 13 de Janeiro.  “Esta vez foi mais rápido e com mais fluida,” explica o Daniel, “Depois de ter feito todo programa umas semanas antes em Lusaka, já tínhamos todos os problemas resolvidos, e trabalhar com Carlos e Hopangalatana foi uma maravilha. 

Carlos tinha os mesmos sentimentos pelo Daniel, que consegui controlar a gravação que incluía mais de 18 diferentes actores.  Um dos únicos problemas confrontado foi a jogada que tiveram que fazer com os microfones.  “As vezes éramos cinco pessoas a volta de só dois microfones, este fez nos repetir algumas das cenas varias vezes, porque precisávamos ter as cabeças no lugar certo para os níveis do são sair equilibrados.”

Actresses 

Hopangaltana nunca fez este tema numa drama, e também neste médio e’ bem diferente.  “Ser um actor, e só poder utilizar a voz para actuar uma cena fica muito mais difícil sendo que nos somos um grupo de artes visuais e performance” explica Carlos.  “Mas foi uma grandíssima experiencia, onde aprendemos muitos, não só como actores mais também sobre este tema real da sociedade Moçambicana.”