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| Hôpangalatana
Informação
Em 1999, nasci a companhia
cultural Hôpangalatana como grupos de dança e
música, fundados pelo actor e
actual líder da companhia, Carlos Alberto Chirindza. Carlos, o director actual
da companhia é também monitor, já formou
vários grupos de teatro comunitários e
dirigiu vários workshops. Durante os últimos três
anos, participou em workshops
em Botswana, Áustria, Inhambane, Gaza, Maputo, Portugal e
Dinamarca. O grupo e grande: são mais
de 30 actores que participam nas áreas culturais em diferentes
maneiras. São todos actores profissionais, mais alguns
deles tem outras profissões também: Anastácia e
uma professora, Dias e Bebe são
Coreógrafos, Félix vende mercadoria, e Carlos
também trabalha como Coordenador
para PSI. O Grupo tem muitas
experiencias, uma das mais recentes e de fazer Teatro Fórum,
explicado nos
próximos parágrafos por um comunicado do Hopangalatana: “Na nossa curta obra, os
actores apresentam imagens negativas da realidade, onde alguém e
completamente
oprimido. Sendo da responsabilidade do público a mudança
negativa para a
mudança positiva “Não há nada de certo ou
errado, a solução depende da criatividade e o desejo do
público. Se a audiência
não pede mudar o problema, não haverá nenhuma
mudança no palco. Quando o
público tem uma ideia, ele/ela tem possibilidade de substituir a
personagem
oprimida, para dialogar com o opressor “Isto pode ser feito pelo
especta-actor, substituindo o actor que faz o papel de oprimido, para
actuar no
palco como actor, ou dizendo apenas o que o actor oprimido deve fazer.” |
Hôpangalatana No
Estúdio “Foi difícil,” explica
Carlos umas semanas depois de ter terminado o programa “Foi a primeira
vez a
tratar deste assunto, e também em fazer um programa tão
comprido, são 13
espisodios de 20 minutos!” Carlos tinha os mesmos
sentimentos pelo Daniel, que consegui controlar a
gravação que incluía mais de
18 diferentes actores. Um dos
únicos
problemas confrontado foi a jogada que tiveram que fazer com os
microfones. “As vezes éramos cinco
pessoas a volta de só dois microfones, este fez nos repetir
algumas das cenas
varias vezes, porque precisávamos ter as cabeças no lugar
certo para os níveis
do são sair equilibrados.” Hopangaltana nunca fez este
tema numa drama, e também neste médio e’ bem diferente. “Ser um actor, e só poder utilizar a
voz para
actuar uma cena fica muito mais difícil sendo que nos somos um
grupo de artes
visuais e performance” explica Carlos. “Mas
foi uma grandíssima experiencia, onde
aprendemos muitos, não só
como actores mais também sobre este tema real da sociedade
Moçambicana.” |
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